sexta-feira, 18 de setembro de 2015

PRIMAVERA-VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




PRIMAVERA


                 Vanda Lúcia da Costa Salles




Entre fronteiras,
nesta primavera,
as flores não pareciam normais...
Amapolas ensandeceram
e jasmim exalou seu último suspiro
Homens e mulheres acariciaram os filhos...
Mas você teimava em sorrir
com seus dentes pontiagudos de vampiro.

Nada em nós apetecia a 7 arte!

domingo, 23 de agosto de 2015

9ª CONVOCATÓRIA “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS” ATÉ 15 DE SETEMBRO DE 2015








9ª CONVOCATÓRIA
Para que possamos atingir as meta dos 190 poemas e dos “artigos e pesquisas, crônicas sobre MFR” a tempo de lançarmos, na data prevista, as duas Antologias pedimos a sua adesão a esse projeto que é uma missão de amor a essa grande brasileira que não ocupa ainda o seu devido lugar no cenário da cultura brasileira. Assim, envie as suas poesias (em homenagem a ela e estudos, pesquisas e crônicas sobre a vida e obra de MFR)
Ficaremos agradecidos!
             
 “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”
01 de Outubro de 2014 a 15 de setembro de 2015 (ou até quando completarem 190 Poemas)
             





APRESENTAÇÃO
A exemplo dos “Mil poemas para Gonçalves Dias”, esta proposta expressa o objetivo de divulgar a vida e a obra de grandes nomes nacionais, em especial maranhenses, para além das fronteiras continentais, ratificando a importância de, pela literatura e por trabalhos científicos engajados politicamente, contribuir para a disseminação e adoção de estratégias que resultem na mudança social, na direção de modelos de sociedades mais equânimes.
FINALIDADE
Prestar uma homenagem, em 2015, à Maria Firmina dos Reis (1825-1917), Patrona da Academia Ludovicense de Letras, ano em que completará cento e noventa anos de nascimento.
Por outro lado tal proposta reafirma que esta Academia deve primar pela consecução da sua finalidade, constante no seu Estatuto, qual seja: [...] o desenvolvimento e a difusão da cultura e da literatura ludovicense, a defesa das tradições literárias do Maranhão e, particularmente, de São Luís, a perpétua renovação e revitalização do legado da Atenas Brasileira, o culto às origens da cidade e à sua formação pelas letras, a valorização do vernáculo e o intercâmbio com os centros de atividades culturais do Maranhão, do Brasil e do exterior.
A proposta expressa o objetivo de:
- Divulgar a vida e a obra de grandes nomes nacionais, em especial maranhenses, para além das fronteiras continentais, ratificando a importância de, pela literatura e por trabalhos científicos engajados politicamente, contribuir para a disseminação e adoção de estratégias que resultem na mudança social, na direção de modelos de sociedades mais equânimes.
- Conhecer a vida e a obra de Maria Firmina dos Reis e reconhecer a importância das motivações que caracterizam a sua obra, tais como o romantismo, o nacionalismo e dentro destes a valorização dos povos que iniciaram a história do nosso país.
- Apreender a importância do conhecimento e divulgação da vida e obra dos grandes nomes nacionais, entre eles, o de Maria Firmina, que por algum tempo não teve o reconhecimento merecido da sua obra.
- Compreender a urgência de otimização do potencial criador da criança e do adolescente e o papel de mediação das Academias de Letras, num trabalho conjunto com a escola nessa perspectiva.
NORMAS DOS TRABALHOS
a) ANTOLOGIA “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”
 - Cada Poeta poderá apresentar até cinco (cinco) poemas em homenagem à Maria Firmina dos Reis. Formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, e enviar, adjunto, currículo literário resumido (no máximo seis linhas), em que conste data de nascimento, cidade e país de origem; e-mail, com foto atualizada,
- A aceitação dar-se-á na ordem de recebimento da (s) obra(s), até completar os 190 (cento e noventa) poemas.
b) ESTUDOS E PESQUISAS: “SOBRE MARIA FIRMINA DOS REIS”
- Cada autor ou coautor poderá enviar até dois (02) textos, com, no máximo, 10 (dez) páginas, formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, incluindo bibliografia e fotos.
- Ao enviar sua obra, esta deverá vir acompanhada de pequena bio-bliografia, com foto atualizada e e-mail, cidade e país de origem.
- A aceitação se dará na ordem de recebimento da (s) obra(s) até completar 300 páginas.
 Envio de Poesias para: dilercy@hotmail.com
Envio de Trabalhos para: vazleopoldo@hotmail.com

CUSTOS:
 As antologias adotarão o sistema consorciado, na qual os custos serão rateados entre autores que receberão em livros os valores pagos.
ENTIDADES E ÓRGÃOS ENVOLVIDOS:
Academmia ludovicense de Letras-ALL, Academia Vimarense de Letras-AVM, Academia Caxiense de Letras , Federação das Academias de Letras do Maranhão-FALMA,  Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão-IHGM,  Instituto Histórico e Geográfico de Guimarães-IHGG, Sociedade de Cultura Latina do Brasil-SCLB, Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix suisse / France - Delegação do Maranhão e Liceo Poético de Benidorm-Espanha - Delegação do Maranhão.
CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO! DIVULGUE PARA OS SEUS CONTATOS

domingo, 12 de julho de 2015

EU TAMBÉM VOU... - VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES



EU TAMBÉM VOU...




Com ponte nova?  Vamos
S'embora Zé!
Enrola as tralhas,
encamisa os guris
Deixa de manha,
esse azul me assanha
Vamos pra Cururupu!!!

De carro e ferry boat, ó meu xodó,
eu vou... eu vou... eu vou!!!
Rever Mirinzal,
Porto Rico
Bacuri
e Cedral
Serrano do Maranhão
mas também Apicum-Açu,
Ô de casa!  Bom dia!
olhe que vem a ponte
Central-Bequimão!!!

Madrugadinha,
eu mais madrinha,
saimo de São Vicente Ferer
E nem um café tumei, tô
azucrinado,
quase engasgado
porque aquela mina
em Santa Helena
de saudade deixei...


Mãe, voinha, ê pai...
Vê se joga o anzol,
o bornal,
o boné,
e até o cabulé
na mala,
aquela de cor ressabiada
que a cumadi te enviou... Lá do sertão...

Tomar juçara,
comer camarão
e siri patola... Na quebrada da praia,
em Guimarães... Em noite de poesia...
Se avexe não!
Cachaça de alambique,
farinha d'água
ou um frito
da Baixada esquecida desse
nosso Maranhão!
Não me enrola seu moço
deixe de lero
e caramiola,
Vixe Santa,
leva jeito nesse timão
que tamo danado pra chegar lá!
Quero vê
com o coração e
com os olhos que essa terra a de comê,
sem trelelê
e por nós/POR VER-TE
na formosura aplausível
dessa tal Ilha dos lençóis!


Em 12/7/2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

PROJETO ANTOLOGIA MARIA FIRMINA DOS REIS - PARTICIPAÇÃO ATÉ31/06/2015






                             
DILERCY ADLER E LEOPOLDO GIL CONVIDAM

        AO


PROJETO MARIA FIRMINA DOS REIS. Veja:

NORMAS DOS TRABALHOS


a) ANTOLOGIA “CENTO E NOVENTA POEMAS PARA MARIA FIRMINA DOS REIS”  (- ATÉ 31 DE JUNHO DE 2015)
 - Cada Poeta poderá apresentar até cinco (cinco) poemas em homenagem à Maria Firmina dos Reis. Formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, e enviar, adjunto, currículo literário resumido (no máximo seis linhas), em que conste data de nascimento, cidade e país de origem; e-mail, com foto atualizada,
- A aceitação dar-se-á na ordem de recebimento da (s) obra(s), até completar os 190 (cento e noventa) poemas.

b) ESTUDOS E PESQUISAS: “SOBRE MARIA FIRMINA DOS REIS”
- Cada autor ou coautor poderá enviar até dois (02) textos, com, no máximo, 10 (dez) páginas, formato A4, Times New Roman, tamanho 12, espaço 1, incluindo bibliografia e fotos.
- Ao enviar sua obra, esta deverá vir acompanhada de pequena bio-bliografia, com foto atualizada e e-mail, cidade e país de origem.
- A aceitação se dará na ordem de recebimento da (s) obra(s) até completar 300 páginas.

 Envio de Poesias para: dilercy@hotmail.com

Envio de Trabalhos (ENSAIOS) para: vazleopoldo@hotmail.com

CUSTOS:
 As antologias adotarão o sistema consorciado, na qual os custos serão rateados entre autores que receberão em livros os valores pagos.

ENTIDADES E ÓRGÃOS ENVOLVIDOS:
Academmia ludovicense de Letras-ALL, Academia Vimarense de Letras-AVM, Academia Caxiense de Letras , Federação das Academias de Letras do Maranhão-FALMA,  Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão-IHGM,  Instituto Histórico e Geográfico de Guimarães-IHGG, Sociedade de Cultura Latina do Brasil-SCLB, Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix suisse / France - Delegação do Maranhão e Liceo Poético de Benidorm-Espanha - Delegação do Maranhão.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

CRÔNICA DE CERES COSTA FERNANDES-GRANDES MEDOS







Ceres  Costa Fernandes





                              GRANDES MEDOS

                  Autora:   Ceres Costa Fernandes (Maranhão-Brasil)

Foto:  Ceres Costa Fernandes, Dilercy Adler, José Neres, Joana Bittencourt e Roque Macatrão.


              O primeiro grande medo, identificado por volta dos quatro anos de idade, foi o de ser sequestrada por índios. Não, não morei no velho Oeste americano, mas meu pai foi juiz de direito de Barra do Corda, cidade em que era grande o vai-e-vem de índios o tempo inteiro. Não os índios de hoje de calção adidas e havaianas, que sentam às portas dos botequins, bebendo cachaça e jogando dominó, confundidos com os caboclos subnutridos da região, cara de um focinho do outro, mas os orgulhosos, imponentes, emplumados e pintados, ou até alguns, entre os aculturados mais importantes, de terno de riscado e pés descalços. Visitavam meu pai, vestidos(?) a caráter, e eu me escondia. Olhava arregalado e pensava, se eles sequestraram a “infeliz Perpetinha”, por que não a mim?
        De volta a São Luís, livre dos índios (ufa!) enfrentei o segundo medo.  Esse foi terrífico! O medo do Diabo. Aquele de rabo e chifre, pés-de-cabra, peludo e soltando fogo pela boca, medieval, como as freiras que inseriram o terror na minha alminha de seis anos. E este rendeu muito tempo. Até por volta dos dez anos, tinha certeza da sua aparição, a qualquer momento: daria então uma grande risada que racharia a parede do meu quarto de menina má que esquecia a genuflexão diante do Santíssimo – talvez porque passasse correndo pela nave principal da igreja do colégio.
      Comecei cedo a ler a Bíblia. As freiras mandavam e eu tomei gosto. Achava e acho, sem desrespeito, que ler a Bíblia é fruir o legítimo prazer do texto. E a minha predileção eram as partes catastróficas do Velho Testamento. O dilúvio, O Êxodo, Sodoma e Gomorra e as proibidas pelas religiosas, tipo Cântico dos Cânticos. Depois, o Novo Testamento com o Apocalipse. Por volta dos oito anos, sonhava com os rios tornados em sangue, as estrelas caindo nos mares e os Quatro Cavaleiros, voando montados em seus cavalos magros pelos ares em fogo. Acordava suada e corria para o quarto dos meus pais.
   Aos onze, doze eram os vampiros. Dormia com o pescoço coberto por um lenço e havia sempre uma cabeça de alho à cabeceira, pequenas cruzes também. Nessa época a minha leitura preferida eram as histórias de terror e os romances policiais, ao lado de Eça e Herculano. Muitas vezes me peguei observando se as minhas amigas tinham a sua imagem refletida nos espelhos.
     Após isso, veio uma breve época dos maremotos (que hoje chamam tsunamis). Depois da morte de meu pai, aos meus dezessete anos, nada mais me atemorizou, a não ser o medo de perder entes queridos, o que me aperta o peito cada vez mais.
      Destemida que fiquei, enfrentei procelas, dragões e serpentes insidiosas que passaram pela minha vida, sem esmorecer. Agora, na feliz melhor idade (quem terá sido o humorista que inventou isso?) parece que volto à minha infância.
  Reinventei os meus medos, não mais do diabo e fim do mundo, apesar das surpresas que a Terra nos tem dado, mas troquei-os por coisas corriqueiras.
        Vejam só,  hoje tenho medo de ficar à porta da minha casa, de fazer e receber visitas depois das sete da noite; do carteiro; do homem que entrega flores; dos que dizem que vêm fazer inspeção contra mosquitos da dengue; dos adolescentes nos sinais; das crianças desconhecidas que se aproximam de mim nas ruas; dos mendigos; da mulher bem vestida que me pergunta as horas; de sair bem vestida, aparentando sinais de riqueza que estou longe de possuir; de pedir que alguém afaste um pouco seu carro para que eu possa tirar o meu; das motos com duas pessoas; das motos com uma pessoa; de abrir minha bolsa para dar esmolas; de ter bolsa; de entrar em um banco; de sair de um banco, com ou sem dinheiro; das pessoas maledicentes; de ir a igrejas, restaurantes e festas, de entrar e sair de casa; de ficar dentro de casa.
         A lista é longa, não a finalizaria neste espaço. Mas creio que os dias que mais me dão medo são os feriados que celebram amor, gratidão e costumes afetivos e religiosos universais. Aqueles em que a humanidade eleva os sentimentos para homenagear seus ícones mais caros: o Natal, o Ano Novo, o Dia das Mães, o dos Pais, o das Crianças e sei mais lá o quê. Nesses dias sei que sairão dos presídios magotes de cavalheiros que tiveram nota dez em bom comportamento, para encher as ruas e fortalecer as gangues. Dentre esses, estarão os mais bem avaliados e, que obviamente, não precisam mais ser ressocializados, por isso não voltarão, uns por estarem bem mortos, outros por terem muito o que fazer aqui fora...
    O medo dos medos: temo por meus filhos e netos, que não estão ainda em tempo de recolhimento e sentem com mais urgência e intensidade a vontade de participar das coisas boas que a cidade ainda tem para oferecer. Julho está chegando, os que partiram em revoada, voltarão para passar as férias. A alegria esperada estará pari passu com o medo. Esta não é uma cidade para adolescentes se divertirem. Quem os protegerá, se a própria polícia não consegue proteger a si mesma?
     Oh, seria preferível o Diabo medieval, que os modernos os temos aí; o Apocalipse e seus quatro cavaleiros foram devidamente substituídos pelo aquecimento global; os índios – ah, esses estão assombrando os trens da Vale; vampiros, não contam mais, viraram símbolo sexual. Quero os meus velhos medos de volta.

domingo, 17 de maio de 2015

CONTEMPLAÇÃO- POESIA DE VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




CONTEMPLAÇÃO






    À Regiana Tavares, escritora vimarense



À luz das estrelas
sua luz resplandecia
E o mar- ah, o mar!-,
infindável e  perfeito
adormecia em seu leito
entre recifes e rochedos,
algas, mexilhões e cardumes
além o lume
do seu rincão
à beira-mar
Meu pensamento vai...

Por sob palmeiras
de verdor matizes
contempla-se
o amanhecer do dia!!!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O PÁSSARO QUE HABITA EM TI- POEMAS DE VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES





"HÁ POESIA EM VANDA SALLES, O PORQUÊ É EVIDENTE: AMOR HABITA AS ASAS!"


ROSANE SALLES





Foto: Bluebird-Charles Bukowski 


Foto: VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES



EDUCAÇÃO II




Drama:
Sobreviventes  somos
do caos nosso de cada dia
que a cal no sallarium
enlama.







EDUCAÇÃO III




Queria dizer-te que o amor não é isso,
Mesmo que a tela seja líquida e
a alma plasmática...
Que até posso lhe dar bola,  mas
Ora bolas,
A minha antipoética inflamada
Clama vida, e
 tanto quanto a tua,
não sabe como equilibrar: Gaza, estrelas, lua e ebola.








EDUCAÇÃO V





Nas escolas desse país
todos e todas em silêncio profundo...
Cadê a merenda daqui?



  
EDUCAÇÃO VII







Levo no peito a ternura das mãos com um livro aberto na inquietude das manhãs...
e na memória a imagem do pássaro que habita em ti
à esculpir-me a vida






SOBRE A AUTORA:

VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES Escritora, poeta, ensaísta, artista plástica, tradutora e conferencista. Nasceu em Italva em 25 de abril de 1956. Graduada em Letras/Português-Literaturas (UERJ/FFP); Pós-graduada em Literatura Infanto-Juvenil (UFF-Niterói); e em Arteterapia na Saúde e na Educação (UCAM-RJ). Catedrática de Literatura do Museu Belgrano na Argentina, outorgada pelo Fundador e Diretor Dr. Ricardo Vitiritti; Membro efetivo da AIC-Academia Internacional Contemporânea (Brasília-Brasil); Membro correspondente da ALG-Academia de Letras de Goiânia (Goiás-Brasil).  Membro fundador da ALMAS- Academia de Letras, Música e Artes de Salvador (Bahia-Brasil), Delegada Cultural do Liceo Poético de Benidorm (Espanha) no Rio de Janeiro-Brasil; Membro correspondente da ALL-Academia Ludovicense de Letras– São Luís (Maranhão- Brasil). Recebeu: Monção de Aplauso e Congratulações  da Câmara Municipal de Rio das Ostras (2001);  Comenda Gonçalves Dias do Projeto Mil Poemas Para Gonçalves Dias (2013);  Comenda Luiz Vaz de Camões- comemorativa aos 8 séculos da língua portuguesa (2014); Prêmio Luso-Brasileiro de Poesias-melhores poetas de 2014- Mágico de Oz;  Medalha e Diploma: Prêmio Luso-Brasileiro de Poesias-Melhores poetas de 2015- Mágico de Oz.
      Publicou: Catacrese (1984), Nebe – A Emoção do Mundo (1991), No tempo distraído (2001), Diversidades e Loucuras em Obras de Arte- um estudo em Arteterapia (ensaio, 2002), A Palavra do Menino e as Abobrinhas (2005), O chamado das Musas. Pô-ética Humana: o enigma do recheio- a arteterapia ao sabor da educação brasileira (pesquisa poética em arte e educação-creadores argentinos, 2008), Núncia Poética (Poesias, 2010),  Universo Secreto-Entre o abismo e a montanha (contos, 2011), Cantigas Para a Mulher do Século XXI (Poesias, 2013).