sábado, 31 de janeiro de 2015

POESIA: MOÇA BONITA- VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES-RIO DE JANEIRO-BRASIL









MOÇA BONITA

                                    
                                                                                      “...A tua beleza é tanta,
                                                                                       Qui o poeta canta, canta,
                                                                                       E inda fica o qui cantá”.

                                                                                                                         

                                                                                                   Patativa do Assaré






Oi, moça bonita!
Com a flor e fita lilás nas madeixas
de beleza nos saltos e de olhar sestroso de mel
me deixa não, viu
desassossegado assim
em sobressalto, pensamento leseiro
coração tic tac,  quase
desertando de mim
Me leve pr’ aconchego desse teu seio fromoso
Pro quê eu desde mininu
Anseio um bem querer que nem vosmicê
A moça não arrepare nesse trato de piau,
que vê estrela matutina, a forma perfeita
Que a vida exalou
Mas como ocê todinha é meu desejo e fado, num sabe
E como eu sinto e penso no como. Indômito fico!
Desde que mirei esses teus olhinhos sestrosos de donzela
Dos campos alagados desse mundel do meu Brasil, é
Mais e mais, estatelado de jeito
Que não tem mais jeito. E de tudo que mais quero nesse mundo,
bem mais que a flor de açucena
e a rosa carmim
quando entrelaçam-se nas entrelinhas de todos os meus poemas
Ah, moça bonita,
Com a flor e fita lilás nas madeixas
Como  quero ocê pra mim!







quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ó GUIMARÃES DE TANTOS MIL! - A POÉTICA DE REGIANA TAVARES








 A POÉTICA DE REGIANA TAVARES




REGIANA TAVARES(GUIMARÃES-MARANHÃO) E VANDA SALLES (RJ)







ESCRITORES E BANDA NO PROJETO MARIA FIRMINA DOS REIS, EM GUIMARÃES-MARANHÃO





AMIZADE

        


A única maneira de ter amigos é ser bons amigos
O amigo na dificuldade é amigo de verdade
Amizade é como uma planta que precisa ser regada
Felicidade compartilhada é felicidade dobrada.
Tristeza compartilhada é tristeza partida ao meio.
Quanto mais decepções você tiver menos amigos você terá
Quem procura amigo sem defeito acaba ficando sem nenhum.
Amigo, o mundo envelhece,

Mas a nossa amizade nunca envelhece.





  Ó GUIMARÃES DE TANTOS MIL!




Ó Guimarães de tantos mil
Que está florescendo por nós neste Brasil,
Ó Guimarães de tantos poetas,
Que vem a florescer a cada jardim que brilha.
Que é o valor da nossa cidadania

Ó Guimarães de vários escritores
Que são todos de valores
Ó Guimarães de tantos mil,
Que tem vários poetas que interpretam o nosso Brasil

Ó Guimarães de tantos mil
Que tem a sua pátria e sua cultura
Preservada por todo Brasil

Ó Guimarães de tantos mil
Que acolhe a todos vimarense
Que moram em cada estado do nosso Brasil.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ 2015: ALÉM DA FLOR DE MARACUJÁ!








ALÉM DA FLOR DO MARACUJÁ


VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES (BRASIL)



Viajei em tuas lembranças
sonhei coisas,
que já ninguém dá o valor merecido
como esta flor de maracujá
adormecida neste livro
que guardo para ti
um dia
abrir...



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

DIVULGAÇÃO: ENCUENTRO MUNDIAL EN ISLA NEGRA-CHILE - CONVIDA-SE!











O BATISMO

       Vanda Lúcia da Costa Salles


         O aprendiz
           N'água vê
           seu corpo
         (milagre)
       De peixe & pão



   E todos mergulhados...

sábado, 6 de dezembro de 2014

MOMENTOS DO SIMPÓSIO 400 ANOS DA BATALHA DE GUAXENDUBA... REALIZADO NO MARANHÃO


PALESTRANTE: DRª ANA LUIZA FERRO






 O PRESIDENTE DO IHGM, EUGES LIMA ENGREGANDO O CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO A

 CERES FERNANDES, ANA LUÍZA FERRO E DILERCY ADLER


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

PAZ- VANDA LÚCIA DA COSTA SALLES




Collin Sekajugo




PAZ

       Vanda Lúcia da Costa Salles (BRASIL)



No centro da praça a criança canta uma suave canção... O pássaro da paz pousou!
A voz vai crescendo no seu gosto nosso gosto também
apaixonadamente segue o ritmo que insinua
o combate
e diz não: NÃO!
Não à escravatura!
(antiga ou moderna)
Não à miséria!
(individual ou coletiva)
Não à indiferença que denigre a humanidade!
Não: a sua, a minha, a nossa falta de percepção!
Não à fome imposta!
A chama está acesa,
Porque a fome que temos é amor ao conhecimento! Amor aos Direitos Humanos!
Uma mulher aproxima-se e enebria-se luz
Um homem achega-se e acompanha alegremente a canção
A poesia esparrama-se vida... O círculo formado está, já
nada pode impedir o seu voo



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

ACONTECEU NA FELIS-FEIRA LITERÁRIA DE SÃO LUIS DO MARANHÃO: OS MELHORES AMIGOS- DE CAETANO ADLER DE CARVALHO -


SEGUNDO O AUTOR, DE COMO PEGAR AS NOSSAS MAÇÃS...



QUANDO  O PRÓXIMO LIVRO?

          - AMANHÃ! - respondeu o autor.





SOBRE O AUTOR

CAETANO ADLER DE CARVALHO nasceu em 26 de novembro de 2008, em São Luís/MA.
É filho de Michelle Adler Normando de Carvalho e Flávio Braga de Carvalho. Irmão da Diana.
É neto da psicóloga e poetisa Dilercy Adler, do músico e ator João Marinho Normando,
da psicóloga e pedagoga Ana Maria Carvalho e do engenheiro Fernando Dourado de Carvalho.
Estuda na escola bilíngue Maple Bear, cursa o intermidiate. Desde muito pequeno gosta de
livros de histórias, de desenhar. Faz natação e judô e participa de maratonas (de corrida). No
futuro pretende estudar música, um hobby que ele gosta muito.







APRESENTAÇÃO

Esta história nasceu de um trabalho escolar,dentro de um projeto de português, intitulado Leitores, coordenado pela professora Naysa Serra.
Era uma sexta-feira e recebi um telefonema da minha filha, Michelle. Dizia ela que Caetano, o seu filho mais velho, queria falar comigo. Então do outro
lado da linha ele me faz o convite: “Vó, me ajuda a fazer uma história?” Ele me adiantou que era sobre dinossauros e dragões. Acertamos para o domingo
seguinte. E lá estava eu, numa manhã ensolarada de domingo em sua casa. Antecipadamente tinha solicitado à Michelle que deixasse à nossa disposição,
internet, para pesquisarmos sobre os protagonistas da estória, além de lápis, papel, lápis de cor etc.
Então nos sentamos em frente ao computador e fomos pesquisando sobre os dinossauros. Aí Caetano ficou sabendo que:
- os dinossauros habitaram a terra antes da espécie humana;
- alguns dinossauros eram carnívoros (comiam carne) e outros herbívoros (comiam vegetais);
- apareceram há pelo menos duzentos e trinta milhões de anos, e que, durante cento e trinta e cinco milhões de anos, foram a espécie dominante
na terra;
- também alguns supõem que há 65 milhões de anos deu-se o fim da era dos dinossauros na terra;
- a teoria mais aceita é a de que um meteorito ao colidir com a Terra originou uma grande explosão que carbonizou bilhões de animais instantaneamente.
Levantou também uma nuvem de poeira tão espessa que impediu que o calor do sol chegasse à terra deixando-a extremamente
fria. Sobreviveram apenas os dinossauros emplumados e os mamíferos que tinham sangue quente e que por isso podiam sobreviver em ambientes
de baixas temperaturas, podendo, assim, se adaptar ao novo ambiente. Os dinossauros emplumados evoluíram e deram origem as aves
atuais, e os mamíferos sobreviventes evoluíram até dar origem ao ser humano;
- diferentemente dos dinossauros que viveram na terra, os dragões ou dragos, são criaturas muito grandes presentes na mitologia dos mais
diversos povos e civilizações. Geralmente têm a forma de imensos lagartos ou serpentes, às vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito
de fogo. Ou seja, eles existiram e existem só na imaginação de vários povos.
Após toda essa busca das leituras, das perguntas e respostas, disse-lhe então: “Bom, agora que você já conhece um pouco sobre a vida dos dinossauros
na terra e dos dragões, pense em como você quer fazer a sua história. Várias ideias surgiram. Várias anotações foram feitas. Entre uma ideia e outra
Caetano fazia os desenhos correspondentes. Estava na hora do almoço. Aí passei a finalização da incumbência para a sua mãe.
Na segunda etapa do trabalho, com a mãe, as ideias foram selecionadas, os desenhos pintados e o título da história , escolhido, por fim.
E assim, num único dia de domingo, Caetano foi capaz de pesquisar, de criar ideias e montar uma história, que enfatiza a amizade, a solidariedade,
tão necessárias nas relações entre as pessoas da família, da escola, do nosso dia a dia.
Seguindo a ideia de Caetano, desejo, como ele, que ajudemos o outro a pegar as suas maçãs.
São Luís, 06 de setembro de 2014
Dilercy Adler
Avó de Caetano